Vivo em um mundo completamente paradoxal. Em meus passos no chão de asfalto de minha mente, me deparo com grandes portas sem portais que não levam a nenhum lugar especifico e que faz diferença.
Em minha vida, percebo que o quanto mais tentam formar opiniões sobre assuntos aleatórios, mais estas fazem menos sentido para ouvidos de mentes em pleno ar que não trazem idéias para a terra e expressam isso como filosofia.
Vivo em uma gaiola dourada sem grades em que nossos objetivos são guerrear contra intelectos por debaixo dos panos e nossas vozes únicas armas descarregadas pela falta de instrução de nós mesmos
Vivencio sonhos aleatórios de corpos que vivem e pensam nos quais suas vontades, sonhos e planejamentos não passam de meras lendas e mitologias para si próprios e para o “Parlamento Olimpiano Imperadorial Ditarodial” que chamamos de “Política Democrática Governamental”.
Vivo em encruzilhadas de decisões que mal compreendo o problema vivido e as orientações de terceiros parece um idioma que não compreendo criado para me fazer tomar o caminho errado
Por mais que pareça impossível sobreviver em um universo como esse, há uma coisa que me move sem ser minha vida, ou da comandos para meus músculos ou que me da idéias de vida que não seja minha consciência.
Essa incrível força que me move é algo que descrevo como “instinto de mudança futura” que terceiros sem sensibilidade de conversação ou ideologias chamam de “esperança”
A única coisa que não foi libertada por Pandora em sua caixa de “presente de Grego” residência dentro de mim como uma chama que pessoas mutiladas e movidas em cometer atentados a outros com falta de instrução de uma parte majoritária da população tentam desesperadamente apagar com atitudes, que para meus instintos é combustível inflamável.
No mundo em que vivo, nascer com a marca do cifrão decreta a sua vida de sucesso, o que não é direito para quem nasce com a marca de “operário”
Eu nasci com uma marca quase que extinta pelos “agente da Fé”, eu nasci coma marca do futuro.